Descumprimento ao decreto federal 5296.

 

Apesar de vários cortes na minha fala, a matéria conseguiu traduzir a aflição, que nós cadeirantes, passamos quando tentamos embarcar em ônibus rodoviários. É muita cara de pau do governo e da artesp, alegarem que essa cadeira de transbordo resolve a questão de acessibilidade. Gostaria de convidar os inventores e defensores, dessa cadeira, a experimentarem o embarque com ela. Certamente quem inventou essa geringonça, não é usuário de cadeira de rodas e muito menos ouviu os mais interessados no assunto. Por outro lado, que cinismo do governo, em alegar que existem outros ônibus que garantem o acesso. Desconheço! Tentaram desviar o assunto da matéria. A questão é: Se tem o símbolo internacional de acessibilidade, tem que ter acessibilidade. Se não, estão cometendo dois crimes. O primeiro é contra o consumidor. Pois ao comprar sua passagem, o cadeirante comprou um produto, logo, deve usufruir integralmente desse produto. E o segundo crime, é contra a Constituição que garante, que os transportes devem ser acessíveis a todas as pessoas.
Fala sério!

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